O pinto perto da pia. A pia perto do pinto.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008

O que choca

Sem ensinamentos de velhos sábios ou histórias que querem dizer algo que nunca dizem. AGORA EU QUERO VERDADE. Transbordar quando for preciso e principalmente desacreditar.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Uma pessoa não pode existir duas vezes.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Minha irmã Marília

É a relação mais conveniente que poderão assistir os OVNIs dessa semana: duas meninas que discutem sobre o presidente do mundo, sendo ele negro, ou não. Quando contam uma piada e eu sou risada, estou de bom humor. Quando eu encaminho essa mesma piada com cópia oculta, ela não deixa parecer o mais branco dos seus dentes. Essa é a minha sábia irmã que eu teria inveja se fosse de outra pessoa.
Graças a nossa progenitora em comum, vítima de nossas provocações, somos filhas da mesma mãe e mais incrível ainda são os 14 anos que passaram até eu chegar SÓ para roubar um quarto exclusivo.
(...)
E depois fazemos as pazes sem nenhum pedido de perdão.
Foi quando pensei: "Que desculpa é essa de saber separar o joio do trigo? Eu nem sei o que é, nem quem disse. Não conheço. Como UMA pessoa é capaz? Em pensar que você não tem mais o que esconder de alguém; nem suas aflições, seu salário, seus absurdos... Como você?"
Então ficou decidido que todos são os incapazes e que eu leria sobre o as origens do homem americano.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Os tempos eram outros. Uma hora parecia ser feita de dias, estes eternos. O minuto finado fora coroado com rosas murchas e as mãos vivas da senhora da esquina, furadas com o espinho ainda vivo, enforcavam, torciam e depois decepavam o caule da flor do resto de seu corpo.
Era comum e até direito querer arrancar a essência que a fazia rosa - porque planta sem cheiro é mato, e perfumar o que tinha formas. Uma pessoa preferia sentir o cheiro da chuva e sinto muito por não ser você, caro leitor. Se fosse, não leria nem escreveria o que há de vir.

domingo, 28 de setembro de 2008

Heredograma

Quanto tempo, meu caro (blog)!
Eis aqui um post que vai dar o que falar - se falasse -: eu sempre começo com a sensação de quanto menos lenta eu for, mais eu vou lembrar.
A questão é que eu já esqueci tudo, então vou enrolar para falar sobre... perfeição?!
Eu disse que não era completo. No masculino, porque eu sou o SER, o humano... ainda que não pareça. Domingo, 20h, eu lendo sobre o Jung. Já li hoje sobre sexo e espero que este termo assuste. Disse ainda que não era completa, e disseram. Sem metade do bagaço da laranja, sem fazer amor, sem fazer essas coisas, sabe? São tantas as possibilidades. Por que ninguém explica isso na escola? E as nossas notas? Nunca ganhei uma porque sou coerente. Já sim porque fui. E porque respondi à caneta que a PA era 6. Fiquei até orgulhosa! COF COF
Lá na sala, o Faustão: "Não deixe o samba morrer..." Posso parecer ignorante ou nem um pouco sensível. Digo que não deixem que a minha mãe morra, não o samba, não o time de futebol... pelo amor.
E eu senti alguma coisa quando estava em casa. Lá na escola eu fiz piada. Engraçado, não?
Acho que depende do lugar...
Daniel (quero chamá-lo pra realidade), se isso causa câncer, suas teorias são realmente consideráveis.
Posso parecer uma confusa porque procuro sempre pela letra da brincadeira de pular corda... (ISSO FAZ SENTIDO).
> Meus adjetivos são péssimos, melhores são os palavrões.
Evito dizer NÃO porque aprendi assim.

Daí concluo que faltou algo e que eu voltarei na próxima com a resposta de uma pergunta que eu já esqueci.

ABRAÇOS, fessora.